A morte do Marcão.

Marcão era antigo funcionário de uma cervejaria no interior de São Paulo.
Ele era feliz no trabalho, mas seu sonho era ser degustador de cerveja, bebida que tanto adorava.
Certa vez, trabalhando no turno da noite, Marcão caiu dentro do tonel de cerveja.
Pela manhã, o vigia deu a triste notícia:

- É com tristeza que informo que o Marcão se desequilibrou, caiu no tonel de cerveja e afogou-se.
- Meu Deus! – exclamaram os colegas de Marcão, será que ele sofreu?
- Acredito que não, respondeu o vigia, porque pelas imagens da câmera de segurança, ele chegou a sair três vezes do tonel para mijar…!

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    Por que será que é mais fácil freqüentar um bar do que uma academia?

    Para resolver esse grande dilema, foi necessário freqüentar os dois (o bar e a academia) por uma
    semana.
    Vejam o resultado desta importante pesquisa:

    Vantagem numérica:
    - Existem mais bares do que academias.
    Logo, é mais fácil encontrar um bar no seu caminho.
    *1×0 pro bar.**

    Ambiente:
    - No bar, todo mundo está alegre. É o lugar onde a dureza do dia-a-dia amolece no primeiro gole
    de cerveja.
    - Na academia, todo mundo fica suando, carregando peso, bufando e fazendo cara feia.
    *2×0.**

    Amizade simples e sincera:
    - No bar, ninguém fica reparando se você está usando o tênis da moda. Os companheiros do bar só
    reparam se o seu copo está cheio ou vazio. *3×0.*

    Compaixão:
    - Você já ganhou alguma saideira na academia?
    Alguém já te deu uma semana de ginástica de graça?
    - No bar, com certeza, você já ganhou uma cerveja ‘por conta’.
    *4×0.*

    Liberdade:
    - Você pode falar palavrão na academia?
    *5×0*.

    Libertinagem e democracia:
    - No bar, você pode dividir um banco com outra pessoa do sexo oposto, ou do mesmo sexo, problema
    é seu…
    - Na academia, dividir um aparelho dá até briga.
    *6×0.**

    Saúde:
    - Você já viu um ‘barista’ (freqüentador de bar) reclamando de dores musculares, joelho bichado,
    tendinite?
    *7×0.*

    Saudosismo:
    - Alguém já tocou a sua música romântica preferida na academia? É só ‘bate-estaca’ , né?
    *8×0.*

    Emoção:
    - Onde você comemora a vitória do seu time?
    No bar ou na academia?
    *9×0.*

    Memória:
    - Você já aprontou algo na academia digno de contar para os seus netos?
    *10×0 pro BAR!!!**

    Portanto, se você tem amigos na academia, indique essa mensagem para salvá-los do mau caminho!

    PS: Você já fez amizade com alguém bebendo Gatorade???

    ENTÃO, VAMOS SIMBORA PRO BAR!!!
    BEBER, CAIR E LEVANTAR…

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  • Eta velhinha porreta!

    Um fazendeiro levou seu caminhão à oficina. Como não podia esperar, ele resolveu ir a pé de volta para sua fazenda. No caminho, parou na loja de ferragens e comprou um balde e um galão de tinta. Entrou no armazém e comprou dois frangos e um ganso vivos. Quando saiu do armazém, parou e ficou matutando sobre como levar as compras para casa.

    Enquanto coçava a cabeça, apareceu uma velhinha que lhe disse estar perdida e lhe perguntou:
    - Pode me explicar como chegar até a Estrada das Andorinhas, 1603?
    Respondeu o fazendeiro: – Bem, minha fazenda fica próxima a esse local. Eu a levaria até lá, mas ainda não resolvi como carregar tudo isto.
    A velhinha sugeriu: – Coloque o galão de tinta dentro do balde, carregue o balde em uma das mãos, um frango sob cada braço e o ganso na outra mão.
    - Muito obrigado, disse o homem, é uma boa idéia.
    A seguir, partiram os dois para o destino.
    No caminho, ele disse: – Vamos cortar caminho e pegar este atalho, pois economizaremos muito tempo.

    A velhinha o olhou cautelosamente e disse: – Eu sou uma viúva solitária e não tenho marido para me defender. Como saberei se quando estivermos no atalho você não avançará em cima de mim e levantará minha saia pra transar comigo?
    O fazendeiro disse: – Impossível! Estou carregando um balde, um galão de tinta, dois frangos e um ganso vivos. Como eu poderia fazer isso com tanta coisa nas mãos, sendo que se soltar as aves elas fugirão?

    A velhinha respondeu: – Coloque o ganso no chão, ponha o balde invertido sobre ele, coloque o galão sobre o balde e eu seguro os frangos.

    Acho que essa velhinha era a Mulher Alicate.

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    Quantas vezes tentamos encontrar as palavras certas, como já falaram : Uma imagem vale mais que mil palavras.

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    Podíamos acelerar nossos carros a 120km/h sem a delação dos radares, mas não podíamos falar mal do presidente.
    Podíamos cortar a goiabeira do quintal, empesteada de taturanas, sem que isso constituísse crime ambiental, mas não podíamos falar mal do presidente.
    Podíamos tomar nossa redentora cerveja após o expediente, sem o risco de sermos jogados à vala da delinqüência, mas não podíamos falar mal do presidente.
    Não usávamos eufemismo hipócritas para fazer referências a raças, credos ou preferências sexuais, e não éramos processados por isso, mas não podíamos falar mal do presidente.
    Íamos a bares e restaurantes cujas mesas mais pareciam Cubatão em razão de tantos fumantes, os quais não eram alocados entre o banheiro e a coluna que separa a chapa, mas não podíamos falar mal do presidente.
    Galanteava a menina do contas a pagar e não sofria processo judicial por assédio,
    mas não podia falar mal do presidente.
    Hoje a única coisa que podemos fazer é falar mal do presidente! Mais nada…
    Que merda!!!!

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